segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Daquilo que sempre tento

- Você já...
- E..
- Eu?
- Eu ainda não sei.

Foi como era pra ter sido, rápido, intenso e finalizador. O ciclo fechou e finalmente acabou, mesmo que na verdade eu mal tenha percebido que acabou mesmo, ainda não consegui entender isso direito.

- Se eu sinto falta?

Ainda não pra falar a verdade, e pra falar a verdade, não pensei nisso ainda também. O que marcou de verdade? Antes parecia tão claro, agora é longe, difícil de enxergar. Eu nunca percebo nada, talvez eu funcione melhor se ester sob pressão, quando me esfregam os fatos na cara gritam comigo. Talvez eu só perceba mesmo perto do fim, e depois me esqueço de novo.

- O que acho disso?

Nada bom, pra ser sincero. Eu já estou bem cansado disso, mas diversar vezes considero meu esforço insuficiente, sei lá, parece que sempre tenho que ficar esperando alguma coisa. Não quero mais esperar. Por que é tão difícil minha mente entender isso? Não quero mais ficar levando na cabeça. Quero começar a fazer!

sábado, 5 de janeiro de 2008

Cadê?

Onde deixei o mundo?
Acho que ficou lá trás.
Esquecido?
Não, acho que não.
Lembrado, revivido, estático.
Ele não voltará mais.

Descortina-se agora uma vida
Gigante, apaixonante
Confusa e assustadaora
Entro agora na festa
Saio da fila.
Começo a correr
Perco meu tempo

Me confundo
Me encontro
Me afundo
Sou só eu de novo.