Estou entre meus pré-conceitos e minha inveja. Enraizados na insegurança. Posso eu julgar alguém estando nessa linha tênue? Quem me deu esse direito?
À minha magnífica arte de anulação eu só posso agradecer pelo meu medo de não ser ninguém. Mas quem eu sou? Aquele que tem potencial, talvez. E talvez tenha só isso mesmo.
Egocêntrico no seu mundinho problemático, me importa mais aquilo que não escuto, minhas chances se vão a cada golpe de caneta.
Há!!! E eu pensando que tinha crescido...
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Um comentário:
Pois isso acontece todo dia com todo mundo.
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