Ouve!
Acabou o tempo da poesia
O tempo das epifanias
E dos grandes sentimentos!
Vê?
Acabou o tempo de nossas utopias
O tempo da transformação
O tempo da memória!
Sente!
Que o tempo de agora teima em parar
Mas em parar numa velocidade estonteante
Enquanto ficamos à deriva!
Fala!
Mas fala pouco, pois a palavra perdeu espaço
As silabas já não fazem sentido
Principalmente quando se fala de amor!
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